Estimativa, em 10 anos, do risco de fraturas osteoporóticas e de quadril em mulheres da região centro-oeste do Brasil: Garvan® versus Frax®
DOI:
https://doi.org/10.5335/rbceh.2025.03Palavras-chave:
Bone mineral density, Hip fracture, Osteoporosis, Osteoporotic Fractures, PostmenopauseResumo
Objetiva-se mensurar o risco absoluto de fraturas osteoporóticas e de quadril, em dez anos, em mulheres, comparando dois métodos: FRAX® e GARVAN®. Estudo transversal analítico aninhado a uma coorte prospectiva realizado em Goiânia com 134 mulheres. A estimativa para risco de fratura em 10 anos encontrou-se mais elevada no método GARVAN® (10,18 ± 9,18) para fraturas osteoporóticas e de quadril (2,23 ± 7,58) quando comparadas à ferramenta FRAX®. A análise de densidade mineral óssea (DMO) evidenciou que 26,8% das mulheres apresentaram-se dentro do terceiro quartil do colo do fêmur com uma variação de 0,92 a 1,01 g/cm2. Para avaliação de T-escore, também do colo do fêmur em mulheres na pós-menopausa, 43,3% das mulheres possuíam baixa DMO. A maioria das mulheres avaliadas eram sexagenárias, com escolaridade em anos e renda acima da média populacional, pardas, morando com companheiros, com quase a totalidade da amostra na pós-menopausa, e, quase a metade classificada como osteopênicas e/ou com osteoporose. O método GARVAN® apresentou médias superiores ao dobro de estimativa de risco para os dois tipos de fraturas estudadas em relação à ferramenta FRAX®.
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