Percepções de profissionais da atenção primária sobre letramento em saúde
DOI:
https://doi.org/10.5335/rdes.v22i1.15960Palavras-chave:
Literacia, Qualidade de vida, Letramento em saúde, Atenção básicaResumo
O artigo resulta de pesquisa de campo, transversal, analítico, quali-quantitativa sobre Literacia/Letramento em Saúde[1] (LS), mais especificamente das percepções e autopercepções de profissionais de Unidades Básicas de Saúde (UBS) em um município do Norte do Rio Grande do Sul. O objetivo foi avaliar as percepções e autopercepções que profissionais de UBSs possuem em relação ao letramento em saúde que podem impactar no autocuidado e na qualidade do atendimento. A coleta de dados foi via questionário impresso aplicado a 62 profissionais da saúde que atuam em sete das treze UBSs do município. A análise de dados é de conteúdo. Os resultados apontam que, apesar de muitos dos profissionais não terem compreensão do que é letramento, os princípios da literacia em saúde estão presentes, tanto na maneira em que tratam/cuidam dos pacientes, quanto no autocuidado, o qual demonstrou-se, em partes, negligenciado pelos participantes da pesquisa. O maior conhecimento traduzido em práticas de LS, influencia na maneira dos profissionais agirem, dedicarem tempo e cuidarem de pacientes e de si mesmos.
[1] Neste artigo os conceitos de “Literacia” e “Letramento” em saúde serão utilizados como sinônimos, uma vez que a literatura assim os considera.
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