Pergunte a ti mesmo!
A IA como a sentença de morte dos estudos (de filosofia)
DOI:
https://doi.org/10.5335/rep.v33.18374Palavras-chave:
Curso de Filosofia, Modelos de Linguagem de Grande Escala, Pensamento autônomo, Redação filosófica, Relação Professor-AlunoResumo
Este ensaio explora, desde um ponto de vista teórico-conceitual, o impacto da Inteligência Artificial (IA) na formação filosófica. Partindo da premissa de que a autocompreensão é fundamental nos estudos de Filosofia, na medida em que está associada ao desenvolvimento do pensamento autônomo, tem como objetivo mostrar o prejuízo que o uso da IA traz para a formação de estudantes. Termina por concluir pela urgência de um debate sobre uma reforma fundamental do Ensino Superior alemão, em que se fizesse possível, na contramão das tendências atuais, um acompanhamento muito mais próximo entre docentes e estudantes, com o estabelecimento de passos de acompanhamento totalmente diferentes, para poder restabelecer e consolidar a confiança entre estudantes e professores necessárias para a avaliação da aprendizagem e, mais fundamentalmente, do processo formativo como um todo.
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