Pergunte a ti mesmo!

A IA como a sentença de morte dos estudos (de filosofia)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5335/rep.v33.18374

Palavras-chave:

Curso de Filosofia, Modelos de Linguagem de Grande Escala, Pensamento autônomo, Redação filosófica, Relação Professor-Aluno

Resumo

Este ensaio explora, desde um ponto de vista teórico-conceitual, o impacto da Inteligência Artificial (IA) na formação filosófica. Partindo da premissa de que a autocompreensão é fundamental nos estudos de Filosofia, na medida em que está associada ao desenvolvimento do pensamento autônomo, tem como objetivo mostrar o prejuízo que o uso da IA traz para a formação de estudantes. Termina por concluir pela urgência de um debate sobre uma reforma fundamental do Ensino Superior alemão, em que se fizesse possível, na contramão das tendências atuais, um acompanhamento muito mais próximo entre docentes e estudantes, com o estabelecimento de passos de acompanhamento totalmente diferentes, para poder restabelecer e consolidar a confiança entre estudantes e professores necessárias para a avaliação da aprendizagem e, mais fundamentalmente, do processo formativo como um todo.

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Biografia do Autor

  • Dirk Stederoth, Universidade de Kassel, Kassel/Hessen - Alemanha

    Doutor em Filosofia. Professor da University of Kassel (Alemanha). Investiga temas relacionados a Filosofia da Educação. Coordena, juntamente com Claudio A. Dalbosco, o convênio de mútua cooperação internacional entre a Universidade de Kassel e a Universidade de Passo Fundo.

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Publicado

2026-06-26

Edição

Seção

Artigos de fluxo contínuo

Como Citar

Pergunte a ti mesmo! A IA como a sentença de morte dos estudos (de filosofia). Revista Espaço Pedagógico, [S. l.], v. 33, p. e18374, 2026. DOI: 10.5335/rep.v33.18374. Disponível em: https://ojs.upf.br/index.php/rep/article/view/18374. Acesso em: 13 ago. 2026.