Políticas de educação emancipatórias: contribuições de Paulo Freire e Alberto Memmi

Autores/as

  • Telmo Marcon Universidade de Passo Fundo Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.5335/rep.v13i1.7969

Palabras clave:

opressor-oprimido, colonizador- colonizado, políticas educacionais emancipatórias, transformação.

Resumen

O presente texto se propõe a discutir Paulo Freire e Alberto Memmi com o objetivo de buscar elementos para a discussão sobre políticas educacionais numa perspectiva emancipatória. A reconstrução das idéias desses dois autores nos ajuda a questionar as tendências dominantes nas políticas educacionais de caráter instrumental e subordinadas ao mercado e também a pensar numa perspectiva crítica e transformadora. As pesquisas e as experiências vivenciadas por Memmi e Freire colocam inúmeros questionamentos em relação às tendências nas políticas educacionais neste início de século, cada vez menos preocupadas com a humanização, ou seja, com a vocação ontológica do ser humano que é ser mais. Nesse contexto, a leitura de autores clássicos apresenta-se como uma possibilidade fecunda na medida em que eles propõem questões fundamentais para a formulação de uma crítica consistente em relação à formação de sujeitos críticos e emancipados e que contribuam efetivamente na transformação das relações socioeconômicas, políticas e culturais.

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Publicado

2018-08-06

Cómo citar

Políticas de educação emancipatórias: contribuições de Paulo Freire e Alberto Memmi. Revista Espaço Pedagógico, [S. l.], v. 13, n. 1, p. 107–122, 2018. DOI: 10.5335/rep.v13i1.7969. Disponível em: https://ojs.upf.br/index.php/rep/article/view/7969. Acesso em: 1 mar. 2026.

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