Imagem digital da face para estimar a dimensão vertical de oclusão por meio de uma fórmula matemática
DOI:
https://doi.org/10.5335/rfo.v11i2.1109Resumo
Para reabilitar funções do sistema estomatognático, tais como deglutição, fonação, mastigação e aparência facial, é essencial manter a correta relação entre a maxila e a mandíbula. Ao se restabelecer a dimensão vertical alterada de um paciente em tratamento reabilitador, é necessário recorrer a métodos que dependem de fatores subjetivos. Não existe um consenso na literatura quanto ao procedimento adequado para identificar a dimensão vertical e, dessa forma, uma associação de métodos é freqüentemente utilizada para garantir maior segurança nos resultados. Este estudo buscou aferir a dimensão vertical de oclusão (DVO) e a dimensão vertical de repouso (DVR), comparando-as à distância entre o canto externo dos olhos e a comissura labial, a fim de determinar uma correlação entre as estruturas observadas. Participaram da amostra cinqüenta alunos do curso de graduação em Odontologia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), todos dentados e apresentando entre 19 e 29 anos de idade. As distâncias da base do nariz ao mento e do ângulo lateral dos olhos à comissura labial foram mensuradas em fotos digitais e analisadas no program a de leitura de imagens HL Image 97++® (Western Vision Software, L.C.). Os resultados foram submetidos ao teste de correlação de Pearson, que revelou correlação significantiva positiva entre a DVO e a DVR. A análise da regressão linear permitiu desenvolver uma fórmula específica que possibilita calcular a DVO a partir da DVR, efetiva em 87% dos casos.
Downloads
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença

Este periódico bem como seus artigos estão licenciados com a licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
