Réplicas vasculares da língua de ratos Wistar com resina Mercox® – implicações da corrosão
DOI:
https://doi.org/10.5335/rfo.v11i2.1122Resumo
O método de corrosão vascular com resina Mercox-Cl-2B® para visualização sob microscopia eletrônica de varredura (MEV) permite que se realize uma análise da angioarquitetura. Para tanto, há necessidade de maceração parcial ou total do tecido orgânico que se encontra ao redor do molde. Com relação à corrosão, cada órgão a ser analisado apresenta especificidades técnicas, vinculadas ao tamanho e ao tipo de tecido que forma o espécime. Há necessidade de se eliminarem duas camadas na superfície dorsal da lingua de ratos antes de expor o molde com resina. Existem poucos protocolos padronizados com relação à maceração de línguas. Dessa forma, neste trabalho foram utilizados nove ratos machos Wistar adultos, com dois meses de idade e aproximadamente 200g de peso, manipulados sob anestesia intraperitoneal para realização da técnica de réplica vascular com resina acrílica. A partir daí, três línguas foram maceradas com concentrações de hidróxido de sódio (NaOH) a 1, 10 e 20%, com temperatura padronizada em 45 oC, por 10, 24 e 36h, respectivamente. Todos os moldes obtidos foram submetidos à secagem pelo ponto-crítico e colocados em suportes metálicos para metalização com duas camadas de carbono, seguidas por uma camada de ouro. Quando utilizadas soluções a 10 e 20% para maceração, foi possível notar a formação de estruturas que dificultam esse processo, assim como depósitos sobre as amostras, tornando as extremamente sujas. Um período de 24 e 36 horas é necessário para remoção da ceratina da superfície dorsal da língua de ratos com solução de NaOH a 1% nas condições deste estudo.
Downloads
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença

Este periódico bem como seus artigos estão licenciados com a licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
