Rugosidade superficial de resinas acrílicas submetidas a um polimento químico modificado
DOI:
https://doi.org/10.5335/rfo.v9i2.1602Resumo
Este estudo avaliou o efeito do polimento químico na rugosidade superficial de uma resina acrílica. autopolimerizável (AU, jet-Clássico),de uma tem)Qpolimerizável cQnve.ncional (TP' Clássícô)'e de . .. uma termopolimerizável por microondes (MI, Ondacryl), produzidas por AO. Clássico l.tde., Brasil Foram confeccionados vinte espécimes discóides(30 mm diâmetro x 5,0 mm espessura) com cada uma das resinas, os quais foram (n •=5} submetidos aos seguintes mé. tOdos de acabàmento/polimento: CN (controle negativo, broca de carboneto de tungstênio Edenta 7573), CP (controle positivo, lixa d'água 600 + pasta de pedra-pomes e branco de Espanha por 15 scada.)tPQl ~(CN+imersêo por s enÍcpolidor químico Poli-Quim,-AO. Clássico Ltda., aquecido a BO°C) e PQ2 (idem a PQ7, porém aquecido a 65°C). Foram realizadas três mensurações de rugasidade em cada espécimes. O teste. de~;I<;~Iá§,fal/-Wallis det?c!ou dite-:renças significativas (p < 0.05). Opolimento mecânico (CM diferiu dos demais métodos para as três resinas, promovendo a menor tugosidede. O método PQ 1 torneceu rugas idade similar (materialAU), 'superior (material TP) ou in"'tetior (materj/iJ:í MO àquela de AM. O método PQ2 forneceu uma tugosidade superior (materiais AU e TP)e inferior (material MI) comparado com AM. Os métodos PQl e PQ2 diferiram entre si apenas para a resina AU, observando-se um maior vaforpara PQ2. Concluiu-se 'que o polimento químico foí mais efetivo quando aplicado à resina de microoridas. O aquecimento do polidor químico a uma temperatura inferior à convencional não influenciou na efetividade do polimento químico, podendo, assim, prevenir distorções do dispositivo a ser polido .
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