Ligas para restaurações metalocerâmicas: uma revisão da literatura
DOI:
https://doi.org/10.5335/rfo.v9i2.1604Resumo
Durante muitos anos, as ligas nobres foram utilizadas como única alternativa para a confecção de restaurações metalocerâmicas e próteses parciais fixas. Posteriormente, o desenvolvimento de ligas básicas proporcionou um maior número de opções, com custo mais acessível. Muitas são as ligas capazes de estabelecer união com cerâmicas odontológicas, diferindo quanto à manipulação e ao desempenho devido a avaliação na composição. As ligas nobres, apenas de seu excelente desempenho, perderam espaço em razão do seu alto custo; as ligas básicas, por outro lado, apresentam como desvantagem problemas relacionados ao potencial alergênico de certos constituintes. Em virtude das excelentes propriedades mecânicas e de sua biocompatibilidade, o titânio surgiu como alternativa ao alto custo das ligas nobres e à sensibilidade das ligas básicas. Porém, há ainda problemas relacionados à técnica da fundição e união à porcelana que fazem necessárias várias pesquisas para torná-lo uma opção viável. Nesta revisão da literatura propõe-se discutir as ligas odontológicas nobres e de metais básicos mais utilizadas para a confecção de restaurações metalocerâmicas em relação à cânicas, abordando também seus mecânicas, abordando também seus mecanismos de união com as porcelanas.
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