Características oclusais na dentição decídua de escolares da educação primária em Montes Claros - MG

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5335/rfo.v31i1.18155

Palavras-chave:

Desenvolvimento Infantil, Má oclusão, Ortodontia

Resumo

Objetivo: Avaliar a prevalência das características de uma oclusão normal e presença de maloclusões na dentição decídua em escolares de 2 a 5 anos. Materiais e Métodos: : Estudo transversal, descritivo, com 46 crianças de ambos os sexos. Foram avaliados plano terminal, arco de Baume, presença de espaços primatas e maloclusões. Os dados foram analisados por estatística descritiva no SPSS, adotando-se nível de significância de 5%. Resultados: Observou-se predominância do arco de Baume tipo I  na maxila (54%) e tipo II na mandíbula (58,70%) Os espaços primatas foram mais frequentes na maxila (69.57%). O plano terminal reto foi mais prevalente. A interposição lingual foi a alteração mais frequente (28%), seguida da mordida aberta anterior. Conclusão: Houve predominância de características favoráveis ao desenvolvimento oclusal, com destaque para o plano terminal reto e arco tipo I. A interposição lingual e a mordida aberta anterior foram as maloclusões mais frequentes.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Biografia do Autor

  • Franklin da Rocha Franco, Faculdade de Ciências Odontológicas

    Cirurgião-dentista pela Faculdade de Ciências Odontológicas, Montes Claros, MG, Brasil.

  • Rissara Souza Afonso Morais, Faculdade de Ciências Odontológicas

    Cirurgiã-dentista pela Faculdade de Ciências Odontológicas, Montes Claros, MG, Brasil.

  • Gabriel Nata Alves Caldeira Souza, Faculdade de Ciências Odontológicas

    Cirurgião-dentista pela Faculdade de Ciências Odontológicas, Montes Claros, MG, Brasil.

  • Stephany Kétllin Mendes Oliveira, Faculdade de Ciências Odontológicas

    Mestre em Ciências da Saúde. Faculdade de Ciências Odontológicas, Montes Claros, MG, Brasil

Referências

1. Sousa MC, Campos PVC. A importância da ortopedia funcional dos maxilares na infância. REASE. 2025;11(11):2492-2501. doi:10.51891/rease.v11i11.22075

2. Lopes JF, Bezerra LF. Benefícios da ortopedia funcional dos maxilares no tratamento da respiração bucal. REASE. 2025;11(12):4159-4164. doi:10.51891/rease.v11i12.23160

3. Baume LJ. Physiological tooth migration and its significance for the development of occlusion. J Dent Res. 1950;29(3):331-337. doi:10.1177/00220345500290020301

4. Nascimento JCF, Arid J. Influência de hábitos orais na oclusão infantil. Rev Cient Unilago. 2025;1(1). (sem DOI, sem páginas informadas)

5. Antunes SSP, et al. Más oclusões: percepção dos pais ou responsáveis em pacientes de 3 a 12 anos. Facit Bus Technol J. 2025;1(67):424-433. doi:10.5281/zenodo.17360308.

6. Janson G, et al. Introdução à ortodontia. São Paulo: Artes Médicas; 2013.

7. Ministério da Saúde (BR). SB Brasil 2010: Pesquisa Nacional de Saúde Bucal: resultados principais. Brasília: Ministério da Saúde; 2012.

8. Moreira AS, Pinto LS, Pinto KVA, Correia PG, Jeziorski SAZ, Velasque KS, et al. Impacto da má oclusão na dentição decídua e permanente na qualidade de vida de crianças e adolescentes: revisão de literatura. Rev Bras Odontol. 2015;72(1-2). doi:10.18363/rbo.v72i1/2.556

9. Jesus Martins PJ, et al. Acesso e oferta de tratamentos ortodônticos na rede pública de saúde. Rev Multidiscip Nordest Mineiro. 2025;10(1):1-13. doi:10.61164/rmnm.v10i1.3873

10. Kalil ES. Deglutição atípica: a fisiologia da deglutição atípica relacionada à má oclusão [monografia]. Rio de Janeiro: CEFAC; 1999. doi:10.33448/rsd-v12i11.43691

11. Petrelli E. Ortodontia para fonoaudiologia. São Paulo: Lovise; 1994.

12. Barbosa CS, Nicoló R, Ursi WJS. Estudo da prevalência dos tipos de planos terminais dos segundos molares decíduos. Pós-Grad Rev Fac Odontol São José Campos. 2000;3(1). doi:10.14295/bds.2000.v3i1.78

13. López FU, Cezar GM, Ghisleni GC, Farina JC, Beltrame KP, Ferreira ES. Prevalência de maloclusão na dentição decídua. Rev Fac Odontol Porto Alegre. 2000:8-11. doi:10.22456/2177-0018.111015

14. Cândido IRF. Características da oclusão decídua em crianças de 2 a 5 anos de idade em João Pessoa, PB, Brasil. Pesq Bras Odontopediatria Clin Integr. 2010;10(1):15-22. doi:10.4034/1519.0501.2010.0101.0003

15. Chocca Ccente R, Gonzales EVL, Arzapalo ELJ. Asociación del plano terminal y el tipo de arco de Baume en dientes deciduos en niños de 3 a 6 años de edad [dissertação]. 2020. https://hdl.handle.net/20.500.12394/10733

16. Vegesna M, Chandrasekhar R, Chandrappa V. Occlusal characteristics and spacing in primary dentition: a gender comparative cross-sectional study. Int Sch Res Notices. 2014;2014:1-7. doi:10.1155/2014/512680

17. Moyers RE. Handbook of orthodontics. Chicago: Year Book Medical Publishers; 2024.

18. Albuquerque SSL, Duarte RC, Cavalcanti AL, Beltrão EM. Prevalência de más oclusões em crianças com 12 a 36 meses de idade em João Pessoa, Paraíba. Dental Press J Orthod. 2009;14(6):50-7. doi:10.1590/s1415-54192009000600007

19. Moraes ES, Lira CC, Ely MR, Thomaz EBAF, Valença AMG. Prevalência de mordidas aberta e cruzada na dentição decídua. Rev Bras Cienc Saude. 2001;5(1):23-30. doi:10.1590/S1413-81232010000800032

20. Leôncio LL, Furtado KKFA, Chacon LD, Nóbrega CBC, Costa LED, Queiroz FS. Prevalência de má-oclusão em crianças de cinco anos de idade do município de Patos, PB. Arq Odontol. 2016;51(1). doi:10.7308/aodontol/2015.51.1.03

21. Selim HF, et al. Determinação do sexo por meio de medidas dentais em tomografia computadorizada de feixe cônico. Rev Bras Odontol Leg. 2020;7(1). doi:10.21117/rbol-v7n12020-299

Downloads

Publicado

2026-05-06

Edição

Seção

Investigação Científica

Como Citar

Características oclusais na dentição decídua de escolares da educação primária em Montes Claros - MG. (2026). Revista Da Faculdade De Odontologia - UPF, 31(1). https://doi.org/10.5335/rfo.v31i1.18155