Defeitos de esmalte não fluoróticos em crianças: aspectos clínicos e epidemiológicos

Autores

  • Mabel Miluska Suca Sales
  • Luiz Alexandre Chisini Universidade Federal de Pelotas
  • Vitoria da Silva Castanheira
  • Ingrid Santos Castro
  • Luiza Souza Teixeira
  • Flávio Fernando Demarco

DOI:

https://doi.org/10.5335/rfo.v21i2.5428

Resumo

Objetivo: analisar as características clínicas e epidemiológicas de defeitos de desenvolvimento de esmalte em crianças com dentição permanente e decídua. Revisão de literatura: defeitos de desenvolvimento de esmalte não fluoróticos são falhas produzidas na estrutura interna do esmalte durante seu desenvolvimento. Defeitos de desenvolvimento de esmalte podem ser encontrados em ambas as dentições, com prevalências que podem variar de 23,9% a 90,4% na dentição decídua e de 52% a 92,1% na permanente. Esses distúrbios no esmalte podem estar relacionados a diversos fatores relacionados às características maternas ou das próprias crianças. A presença de defeitos de desenvolvimento de esmalte pode ser um indicativo de acontecimentos patológicos passados. Dependendo da severidade, esses defeitos podem predispor os dentes a outros problemas, como cárie ou desgaste. Se o defeito for severo, problemas estéticos dentários e consequentes problemas psicológico podem interferir na qualidade de vida da criança. Defeitos severos podem levar à busca de tratamentos estéticos mais invasivos, promovendo perda estrutural dentária precoce. Considerações finais: o conhecimento da etiologia e das características clínicas dos defeitos de desenvolvimento do esmalte é indis-pensável para a formulação de um plano de tratamento adequado.

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Biografia do Autor

  • Luiz Alexandre Chisini, Universidade Federal de Pelotas
    Bolsista CNPq de mestrado pela Universidade Federal de Pelotas. Graduado em Odontologia pela Universidade Federal de Pelotas ­UFPel­ (2014), sendo bolsista CAPES modalidade graduação sanduíche pelo programa Ciência sem Fronteiras no ano acadêmico 2012/2013 na Università Degli Studi Di Roma La Sapienza e bolsista de Iniciação Científica FAPERGS 2010 à 2012

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Publicado

2016-12-21

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Defeitos de esmalte não fluoróticos em crianças: aspectos clínicos e epidemiológicos. (2016). Revista Da Faculdade De Odontologia - UPF, 21(2). https://doi.org/10.5335/rfo.v21i2.5428