Reação adversa medicamentosa em idosos

Autores

  • Rosa Maria Bottosso
  • Eglivani Felisberta Miranda
  • Marilda Aparecida Souza da Fonseca

DOI:

https://doi.org/10.5335/rbceh.v8i2.1202

Palavras-chave:

Enfermagem geriátrica. Idoso. Saúde do idoso.

Resumo

A população idosa está aumentando graças aos avanços no conhecimento e tecnologias no campo da saúde, sobretudo a relacionada aos investimentos na saúde pública. Com isso o perfil de morbimortalidade da população muda, aumentando a prevalência de doenças crônicas, como hipertensão arterial, reumatismo, demências, acidentes vasculares cerebrais, coronariopatias, diabetes mellitus e outras. Uma vez doente, o idoso passa a consumir mais medicamentos, representando uma percentagem cada vez maior no consumo desse produto, ficando suscetível à ocorrência de reações adversas. Realizou-se uma pesquisa bibliográfica do tipo exploratória, com objetivo de analisar a produção dos artigos publicados na área da saúde sobre RAMs em idosos no período de janeiro de 2000 a dezembro de 2008. Conclui-se que o cuidado multiprofissional pode influenciar positivamente na adaptação da doença e na efetivação da farmacoterapia. O profissional da enfermagem está ligado ao processo de educação, motivando o idoso e a família ou cuidador a realizar a administração correta e segura da medicação. Para isso, o profissional deve manter-se informado e vigilante a respeito das reações indesejáveis causadas pelos medicamentos e utilizar métodos de ensino-aprendizagem que contemplem orientações e informações sobre o diagnóstico e terapia utilizada, a fim de torná-lo consciente e participativo na conservação da saúde e prevenção de agravos relacionados à terapia medicamentosa.

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Publicado

2012-09-25

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

Reação adversa medicamentosa em idosos. (2012). Revista Brasileira De Ciências Do Envelhecimento Humano, 8(2). https://doi.org/10.5335/rbceh.v8i2.1202