Avaliação da taxa de sudorese e percepção subjetiva de esforço em idosos praticantes de Hidro Combat

Autores

  • Luciana Rossi
  • Andrea Carolina Barneze Gonzáles
  • Fabiana Ribeiro

DOI:

https://doi.org/10.5335/rbceh.v8i2.1295

Palavras-chave:

Desidratação. Envelhecimento. Sudorese. Teste de esforço.

Resumo

O envelhecimento traz consigo diversas mudanças fisiológicas que comprometem o desempenho das funções normais, agravado pelo sedentarismo, um dos principais fatores de risco para doenças crônico-degenerativas. No entanto, a prática esportiva em idosos não é isenta de riscos, dentre os quais a desidratação. Neste estudo calculou-se a taxa de sudorese (TS) de idosos praticantes de hidro combat, relacionando com a percepção subjetiva de esforço (PE), a fim de detectar possíveis riscos. Participaram desta pesquisa 13 idosos de ambos os sexos, com predomínio feminino (84,6%), e eutróficos, segundo o IMC (26,4 3,5 kg/m2). Para o cálculo da TS e PE, os indivíduos foram pesados antes e após o treino e responderam à escala de Borg. A TS média foi de 2,4 2,1 mL/ min. Quanto à PE inicial, foi "leve" e no final "um pouco intensa". Embora o risco de desidratação causada pela atividade de hidro combat tenha sido baixo, a avaliação pela PE demonstrou aumento significativo indicando provável desidratação prévia com agravo do quadro, mesmo diante da perda hídrica leve pelo exercício, sugerindo piora no rendimento físico e riscos para uma desidratação crônica, caso não seja monitorada adequadamente e corrigida pela ingestão hídrica correspondente. Os idosos tiveram uma alta PE possivelmente pelo fato de não estarem bem hidratados previamente, pois esse procedimento tende a diminuir a sensação subjetiva de esforço físico e trazer os benefícios físicos e psicológicos da prática de exercícios supervisionada e direcionada a idosos.

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Publicado

2012-09-25

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

Avaliação da taxa de sudorese e percepção subjetiva de esforço em idosos praticantes de Hidro Combat. (2012). Revista Brasileira De Ciências Do Envelhecimento Humano, 8(2). https://doi.org/10.5335/rbceh.v8i2.1295