Eficácia do taping associado à cinesioterapia na melhora da espasticidade e velocidade da marcha em hemiplégicos

Autores

  • Marília Villar de Figueiredo
  • Lucy Chaves
  • Ana Rosa Sousa Rodrigues
  • Elirez Bezerra da Silva

DOI:

https://doi.org/10.5335/rbceh.v8i3.1531

Palavras-chave:

Acidente Vascular Encefálico. Espasticidade muscular. Fisioterapia. Fita atlética. Marcha.

Resumo

O objetivo deste estudo é verificar a eficácia do taping associado a um programa cinesioterapêutico sobre a espasticidade e velocidade da marcha em pacientes portadores de hemiplegia crônica pós-AVE (acidente vascular encefálico). Participaram da pesquisa portadores de hemiplegia crônica decorrente de um AVE, alocados por sorteio para o grupo com taping (n=4), que teve a aplicação do taping antes de realizar a cinesioterapia ou grupo sem taping (n=4), que fez somente a cinesioterapia. Espasticidade e velocidade da marcha foram medidas pela escala de Ashworth e o teste caminhar 10 metros, respectivamente. Anova 2x2 com medidas repetidas foi utilizada para analisar os dados. Antes dos tratamentos, o grupo com taping caminhou 10 metros em 28,3±19,9 seg e o grupo sem taping em 51,8±47,4 e, ao final, 18,5±11,0 seg e 37,5±30,2 seg, respectivamente (F=0,16; P=0,70). A espasticidade inicial de quadríceps, adutor, soléo e gastrocnêmio do grupo com taping foi de 1,5±1,0; 1,3±0,5; 1,8±0,5 e 2,5±0,6 e do grupo sem taping de 1,0±0,0; 1,0±0,0; 2,3±0,5 e 2,8±0,5 respectivamente. A espasticidade final de quadríceps, adutor, soléo e gastrocnêmio do grupo com taping foi de 1,3±0,5; 1,0±0,0; 1,5±0,6 e 2,3±0,5 e do grupo sem taping de 1,8±1,0; 1,3±0,5; 1,5±0,6 e 2,5±0,6 respectivamente (F=0,75; P=0,62). Concluiu-se que a utilização do taping associado a um programa de cinesioterapia não teve eficácia nas variáveis de velocidade da marcha e espasticidade em pacientes portadores de hemiplegia crônica.

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Publicado

2012-10-09

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

Eficácia do taping associado à cinesioterapia na melhora da espasticidade e velocidade da marcha em hemiplégicos. (2012). Revista Brasileira De Ciências Do Envelhecimento Humano, 8(3). https://doi.org/10.5335/rbceh.v8i3.1531