As redes de autoatendimento bancário e os idosos: quais as características das ATMS que determinam sua rejeição

Autores

  • Sirlei Pitteri
  • Duilio Nachbar Júnior
  • Alessandro Gustavo Santos Arruda

DOI:

https://doi.org/10.5335/rbceh.v7i1.562

Palavras-chave:

auto-atendimento bancário, idosos, instituições financeiras

Resumo

Este trabalho aborda a evolução das redes de autoatendimento bancário no sistema financeiro brasileiro e os desafios na utilização dos caixas eletrônicos pelos idosos. O objetivo do presente estudo foi investigar as características do autoatendimento, que se relacionam com as diversas dificuldades encontradas para a operacionalização das máquinas de caixas eletrônicos pelos idosos. A metodologia utilizada para este estudo constitui-se de pesquisas bibliográficas sobre equipamentos de autoatendimento, sobre o idoso e seu estilo de vida. A pesquisa de campo foi efetuada em caixas eletrônicos existentes no interior de uma agência bancária na região central de São Paulo, em dias e horários de grande concentração de idosos e pensionistas do Instituto Nacional de Seguro Social. Consistiu num questionário aplicado em duas fases: a primeira, com cinco questões, que teve como finalidade definir o instrumento de pesquisa final, composto por 15 questões. A pesquisa realizada neste estudo resultou em melhor compreensão de algumas questões, levantadas inicialmente, e em indicações que podem auxiliar futuros estudos, com o objetivo de melhorar a operacionalização dos caixas eletrônicos. De modo geral, ficou evidente que os idosos já foram conquistados pelo autoatendimento.

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Publicado

2011-01-03

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

As redes de autoatendimento bancário e os idosos: quais as características das ATMS que determinam sua rejeição. (2011). Revista Brasileira De Ciências Do Envelhecimento Humano, 7(1). https://doi.org/10.5335/rbceh.v7i1.562