Uma aproximação entre o pensamento fronteiriço e o normatizado para o pensar desconstruído e o agir sistematizado em políticas linguísticas
DOI:
https://doi.org/10.5335/rdes.v20i2.13755Palavras-chave:
Decolonialidade, Políticas Linguísticas, PraxiologiasResumo
Este artigo discute a interlocução dos conceitos presentes no pensamento decolonial e na proposta de desencapsulação em diálogo com a teoria freiriana com foco em processos praxiológicos para uma compreensão acerca de atitudes críticas, agênticas e comunais na construção de políticas linguísticas. O estudo foi conduzido por meio de levantamento de posicionamentos de ordem teórica e da aplicação de questionário a docentes de línguas adicionais de um Instituto Federal. Discutimos primeiramente a interlocução dos conceitos presentes nos estudos decoloniais e na teoria freiriana, e apresentamos os incômodos/situações-limites e as expectativas/esperançar dos colaboradores/as da pesquisa em relação às políticas linguísticas do contexto local. Partimos do pressuposto de que, no Brasil, as políticas linguísticas (PLs) estão encapsuladas no pensamento moderno/colonial, e defendemos que a efetivação de PLs contra hegemônica demanda praxiologias decoloniais. Os resultados apontam que a encapsulação se deve, especialmente, à incipiência de debate e ações para a produção de alternativas. Em contrapartida, a desencapsulação se deve a iniciativas de conhecimento situado, que se esforçam em abordar epistemes e práticas outras, ou pelo menos reagir às dominantes.
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