As bases biológicas do plasma rico em plaquetas
DOI:
https://doi.org/10.5335/rfo.v11i2.1103Resumo
A atrofia óssea dos maxilares, principalmente quando localizada nos rebordos alveolares, representa uma limitação funcional e estética do aparelho estomatognático, pois dificulta ou impede muitas vezes a reabilitação protética por meio de implantes dentários. Para correção dos defeitos ósseos alveolares da maxila e da mandíbula, alguns biomateriais estão disponíveis, entre os quais se destacam o enxerto ósseo autógeno e o plasma rico em plaquetas (PRP), este utilizado com a finalidade de incrementar as fases da reparação óssea. O PRP é um material autógeno obtido da centrifugação do sangue venoso do próprio paciente, que oferece uma concentração significativa de fatores de crescimento derivados das plaquetas e dos leucócitos. Esses fatores podem aumentar a formação e a mineralização óssea, induzir células mesenquimais indiferenciadas a se diferenciarem em osteoblastos, desencadear a liberação de outros fatores de crescimento, diminuir a reabsorção óssea, promover a angiogênese e produzir colágeno. Assim, o objetivo deste trabalho foi investigar na literatura as bases biológicas que regem a atuação do PRP, os resultados de pesquisas e de suas aplicações clínicas. Foi possível observar que o PRP exerce influência positiva no processo de reparo ósseo.
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