Prevalência e incidência de hiperdontias em exames radiográficos de uma clínica odontológica em Feira de Santana, Bahia – Brasil

Autores

  • David Sampaio Moreira Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS)
  • Mateus Batista de Santana Centro Universitário de Excelência (UNEX)
  • Júlia de Melo Magalhães Centro Universitário de Excelência (UNEX)
  • Lucas Danyel Sena de Oliveira Centro Universitário de Excelência (UNEX)
  • Débora Oliveira da Silva Centro Universitário de Excelência (UNEX)
  • Brena Ribeiro Moreira Centro Universitário de Excelência (UNEX)
  • Karollayne Carneiro Santos de Oliveira Centro Universitário de Excelência (UNEX)
  • Amanda Affonsêca Pedreira de Magalhães Centro Universitário de Excelência (UNEX)

DOI:

https://doi.org/10.5335/rfo.v30i1.16895

Palavras-chave:

dental anomalies, panoramic radiography, prevalence

Resumo

Objetivo: Identificar dados demográficos e a prevalência da hiperdontia por meio de exames radiográficos. Materiais e métodos: Foram analisadas radiografias de um banco de dados de uma clínica privada em Feira de Santana, Bahia. O banco de dados continha radiografias referentes ao ano de 2018. O método de análise envolveu observação e discussão em grupo, seguida de classificação com base nos parâmetros radiográficos. Os dados foram tabulados no Excel, bem como dados sobre sexo, idade e localização. Resultados: No total, foram analisadas 3.657 radiografias, das quais 24 apresentaram hiperdontia. Dentre os casos identificados, 58,6% correspondem a pacientes do sexo masculino na faixa etária de 15-34 anos. As características morfológicas das anomalias variaram entre suplementar (38,5%) e rudimentar (61,5%). Com base na localização, os elementos foram classificados em mesiodens (3,8%), distomolares (57,7%) e paramolares (38,5%). Segundo a literatura, a prevalência de dentes supranumerários é baixa, corroborando com os achados obtidos. Embora a região anterior seja frequentemente destacada, este estudo demonstrou uma maior prevalência na região posterior. Conclusão: É imprescindível que os cirurgiões-dentistas estejam atentos às possíveis anomalias dentárias e à anatomia padrão de cada estrutura dentária para garantir um diagnóstico preciso e um planejamento de tratamento adequado. A imagem radiográfica desempenha um papel fundamental nesse processo.

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Biografia do Autor

  • David Sampaio Moreira, Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS)

    Mestrando no Programa de Biotecnologia, Departamento de Saúde, Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Feira de Santana, Bahia, Brasil.

  • Mateus Batista de Santana, Centro Universitário de Excelência (UNEX)

    Cirurgião-dentista pela Universidade de Excelência (UNEX), Feira de Santana, Bahia, Brasil

  • Júlia de Melo Magalhães, Centro Universitário de Excelência (UNEX)

    Cirurgião-dentista pela Universidade de Excelência (UNEX), Feira de Santana, Bahia, Brasil

  • Lucas Danyel Sena de Oliveira, Centro Universitário de Excelência (UNEX)

    Cirurgião-dentista pela Universidade de Excelência (UNEX), Feira de Santana, Bahia, Brasil

  • Débora Oliveira da Silva, Centro Universitário de Excelência (UNEX)

    Cirurgião-dentista pela Universidade de Excelência (UNEX), Feira de Santana, Bahia, Brasil

  • Brena Ribeiro Moreira, Centro Universitário de Excelência (UNEX)

    Cirurgião-dentista pela Universidade de Excelência (UNEX), Feira de Santana, Bahia, Brasil

  • Karollayne Carneiro Santos de Oliveira, Centro Universitário de Excelência (UNEX)

    Cirurgião-dentista pela Universidade de Excelência (UNEX), Feira de Santana, Bahia, Brasil

  • Amanda Affonsêca Pedreira de Magalhães, Centro Universitário de Excelência (UNEX)

    Mestre em Estomatologia. Docente do curso de Odontologia, Centro Universitário de Excelência (UNEX), Feira de Santana, Bahia, Brasil.

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Publicado

2025-04-04

Edição

Seção

Investigação Científica

Como Citar

Prevalência e incidência de hiperdontias em exames radiográficos de uma clínica odontológica em Feira de Santana, Bahia – Brasil. (2025). Revista Da Faculdade De Odontologia - UPF, 30(1). https://doi.org/10.5335/rfo.v30i1.16895