Comparação in vitro de duas técnicas de fixação interna rígida utilizadas em avanços mandibulares: estudo biomecânico em mandíbulas de carneiro

Autores

  • Valfrido Antonio Pereira Filho
  • Marisa Aparecida Cabrini Gabrielli
  • Eduardo Hochuli-Vieira
  • Mário Francisco Real Gabrielli
  • Luis Geraldo Vaz
  • Leonor de Castro Monteiro Loffredo

DOI:

https://doi.org/10.5335/rfo.v7i2.1210

Resumo

Os principais métodos para a fixação da osteotomia sagital do ramo mandibular são a utilização de placas monocorticais de forma não compressiva e a instalação de parafusos bicorticais de maneira posicional, cada um deles apresentando vantagens e desvantagens. Ambos os métodos são descritos como rígidos e, dessa forma, eliminam a necessidade de bloqueio maxilomandibular no pós-operatório. Contudo, existem dois pontos a serem esclarecidos: o primeiro é se ambas as formas de fixação promovem a mesma rigidez e o segundo é o quanto de carga cada forma de fixação pode tolerar. O resultado obtido foi que a força necessária para levar o sistema a falhar é muito maior no caso da fixação realizada por meio de parafusos bicorticais, ou seja, este tipo de fixação apresenta uma resistência mecânica maior.

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Publicado

2010-09-03

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Comparação in vitro de duas técnicas de fixação interna rígida utilizadas em avanços mandibulares: estudo biomecânico em mandíbulas de carneiro. (2010). Revista Da Faculdade De Odontologia - UPF, 7(2). https://doi.org/10.5335/rfo.v7i2.1210