Papel do cirurgião bucomaxilofacial nas unidades de terapia intensiva

Autores

  • Rafaela Riboli Universidade de Passo Fundo
  • Simone Pinheiro Siqueira Universidade de Passo Fundo
  • Ferdinando De Conto Universidade de Passo Fundo

DOI:

https://doi.org/10.5335/rfo.v21i2.5904

Resumo

Objetivo: fazer uma revisão da literatura que trata das atividades que o cirurgião bucomaxilofacial realiza em pacientes internados nas unidades de terapia intensiva (UTIs). Revisão de literatura: o zelo com a saúde do paciente em âmbito hospitalar exige que esse trabalho seja realizado por uma equipe multiprofissional, o que demandou a inserção da odontologia nesse ambiente. O ganho de espaço nessas equipes ocorreu, principal-mente, devido a estudos epidemiológicos, efetuados ao longo dos anos, que mostraram a correlação entre a saúde bucal e a sistêmica. De modo geral, o cirurgião bucomaxilofacial atua no hospital para auxiliar tanto no manejo de pacientes internados em leitos ou em unidades de terapia intensiva quanto para realizar procedimentos orais contraindicados em consultórios odontológicos convencionais. Considerações finais: os pacientes internados nas UTIs estão com seu esta-do clínico comprometido, estando mais susceptíveis a infecções, e por esse motivo devem receber cuidado odontológico constante como parte integrante da atenção para assegurar a saúde geral.

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Biografia do Autor

  • Rafaela Riboli, Universidade de Passo Fundo
    Estudante do 9º nível da Faculdade de Odontologia da Universidade de Passo Fundo
  • Simone Pinheiro Siqueira, Universidade de Passo Fundo
    Estudante do 9º nível da Faculdade de Odontologia da Universidade de Passo Fundo
  • Ferdinando De Conto, Universidade de Passo Fundo
    Doutor, Professor do programa de Residência em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial – Universidade de Passo Fundo

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Publicado

2016-12-21

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Papel do cirurgião bucomaxilofacial nas unidades de terapia intensiva. (2016). Revista Da Faculdade De Odontologia - UPF, 21(2). https://doi.org/10.5335/rfo.v21i2.5904