Análise comparativa da adaptação marginal de cilindros calcináveis e pré-usinados sobre intermediários de titânio em implantes unidos por barra
DOI:
https://doi.org/10.5335/rfo.v13i3.656Resumo
A confecção da estrutura metálica na prótese dentária passa pelo processo de fundição. Nos componentes utilizados sobre os implantes osseointegrados essa premissa se confirma, tornando a margem predeterminada de estruturas pré-fabricadas uma alternativa para a fundição e sobrefundição, controlando a adaptação marginal dos cilindros. Este estudo procurou medir e comparar, in vitro, a adaptação da interface intermediário-cilindros pré-fabricados calcináveis e metálicos em situações encontradas em reabilitações protéticas implanto-suportadas e implanto-retidas. Para tanto, utilizaram-se quarenta cilindros randomizados e subdivididos em vinte calcináveis e vinte metálicos, que foram fundidos em uma liga de níquel-cromo-titânio. Dez amostras de cada material foram segmentadas para futura soldagem e as demais, fundidas em monobloco. O grau de desajuste vertical e horizontal na interface intermediário-cilindro foi mensurado utilizando-se microscópio eletrônico de varredura (MEV) por um profissional treinado. Para a avaliação estatística foram utilizados os testes de Wilcoxon e Mann Whitney. Após a fundição, a média de desadaptação no sentido vertical foi de 19 μm para os cilindros metálicos e de 13 μm para os calcináveis; no sentido horizontal, a média foi de 15 μm para os cilindros metálicos e 31 μm para os calcináveis. Entretanto, após a solda, a distorção entre os materiais foi: no sentido vertical, de 20 μm para os cilindros metálicos e 6 μm para os calcináveis e, no sentido horizontal, de 21 μm para os metálicos e 25 μm para os calcináveis. Conclui-se que a fundição não interfere significativamente quando ambos os cilindros constituintes de uma barra sobre dois implantes são parafusados. Após a realização da soldagem, a adaptação melhorou significativamente nos cilindros calcináveis.
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