Diários de Josué Montello: a escrita diarística de um autor “excessivo”
DOI:
https://doi.org/10.5335/rdes.v21i1.15952Palavras-chave:
Diários. Josué Montello. Conceitos. Escritor “excessivo”.Resumo
O presente artigo visa discutir acerca do gênero literário “diários”, em específico dos chamados diários “montellianos”. Para tanto, busca-se expor a maneira como o diário, de maneira geral, fora tratado historicamente, bem como as elucubrações a respeito de seu conceito, tendo como base principalmente os estudos de Lejeune (2008). Ao tomar contato com os vastos diários do romancista maranhense Josué Montello, é possível perceber como o autor se consagrou não só como tal, mas um escritor – nas suas palavras – “excessivo”. Os diários são um gênero que comporta os mais variados conteúdos: os de viagens, autobiográficos, políticos, filosóficos e os confessionais, que é justamente o viés problematizado nesta pesquisa. Como suporte teórico nesse percurso são utilizados também autores como Blanchot (2005), Fothergill (1974), Bakhtin (1997), Arfuch (2010), Klinger (2012), Girard (1963), entre outros.
Downloads
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.

Este artigo está licenciado com a licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.