Diários de Josué Montello: a escrita diarística de um autor “excessivo”

Autores

  • Saulo Barreto Lima Fernandes UEMA
  • Douglas Rodrigues De Sousa UEMA/Prof. Dr.

DOI:

https://doi.org/10.5335/rdes.v21i1.15952

Palavras-chave:

Diários. Josué Montello. Conceitos. Escritor “excessivo”.

Resumo

O presente artigo visa discutir acerca do gênero literário “diários”, em específico dos chamados diários “montellianos”. Para tanto, busca-se expor a maneira como o diário, de maneira geral, fora tratado historicamente, bem como as elucubrações a respeito de seu conceito, tendo como base principalmente os estudos de Lejeune (2008). Ao tomar contato com os vastos diários do romancista maranhense Josué Montello, é possível perceber como o autor se consagrou não só como tal, mas um escritor – nas suas palavras – “excessivo”. Os diários são um gênero que comporta os mais variados conteúdos: os de viagens, autobiográficos, políticos, filosóficos e os confessionais, que é justamente o viés problematizado nesta pesquisa. Como suporte teórico nesse percurso são utilizados também autores como Blanchot (2005), Fothergill (1974), Bakhtin (1997), Arfuch (2010), Klinger (2012), Girard (1963), entre outros.

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Biografia do Autor

  • Douglas Rodrigues De Sousa, UEMA/Prof. Dr.

    Formado em Letras - Português pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), com especialização em Ensino de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira e Africana de Língua Portuguesa pela Universidade Regional do Cariri (URCA). Mestre em Letras - Estudos Literários pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) e Doutor em Literatura e Práticas Sociais pela Universidade de Brasília (UnB). Atualmente, é professor da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), atuando na graduação e no mestrado em Letras. Membro do grupo de pesquisa LAMID - UEMA.

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Publicado

2025-11-25

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Diários de Josué Montello: a escrita diarística de um autor “excessivo”. (2025). Revista Desenredo, 21(3). https://doi.org/10.5335/rdes.v21i1.15952