Considerações sobre la langue e conceitos articulados na pesquisa brasileira contemporânea
DOI:
https://doi.org/10.5335/rdes.v20i3.16452Palavras-chave:
la langue, Saussure e o objeto da Linguística, a novidade saussurianaResumo
O artigo parte da afirmação de que Saussure foi um homem de fundamentos, alguém que não só interrogou a prática de pesquisa dos estudiosos de seu tempo, como, acima de tudo, construiu um raciocínio linguístico inusitado, admitido como novidade radical. Este artigo fala em favor da importância de sustentação do compromisso da diferença que seu pensamento introduz, que tem em la langue ponto central. Nesta perspectiva, a grade articulada de conceitos, presente em sua obra, deve ser examinada à luz desse eixo nodal, lembrando que la langue nada retém das tradições gramatical, filológica ou filosófica precedentes (De Lemos et. alii., 2003; Lier-DeVitto, 2018; Lier-DeVitto e Arantes, 2020; Silveira, 2022;). O trabalho de desconstrução do signo filosófico e a construção gráfica e nocional do signo linguístico é exemplar a este respeito. A escrita cientifica deste último, afirma Lacan (1957, 1970), inscreve a Linguística no domínio da ciência moderna. Neste trabalho busco avançar argumentos, em favor do que levanto acima, e tratar de incidências da referida “novidade saussuriana” em trabalhos nacionais, que mantêm diálogo aberto com autores como Jean-Claude Milner, Jacques Lacan e Giorgio Agamben.
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