Entre la nacionalidad y la expulsión
SPI, violencia estatal y expropiación territorial de los Pataxó durante el Estado Novo (1937–1945)
DOI:
https://doi.org/10.5335/hj5j6d10Palabras clave:
Estado Nuevo, Parque Nacional Monte Pascoal, Pueblo PataxóResumen
El artículo analiza la violencia histórica y la expropiación territorial sufrida por los Pataxó en el sur de Bahía, centrándose en el período del Estado Novo (1937-1945) y en la creación del Parque Nacional Monte Pascoal (PNMP) en 1943, bajo el gobierno de Getúlio Vargas. Se destaca cómo la política indigenista del régimen varguista, aunque basada en un discurso nacionalista e integracionista, promovió la marginación de los Pataxó al priorizar proyectos de desarrollo nacional en detrimento de sus derechos territoriales. La investigación demuestra que la formación del PNMP, ideada por Vargas como símbolo de la "nacionalidad brasileña", resultó en la expulsión sistemática de estos indígenas de sus tierras tradicionales, bajo el argumento de preservación ambiental y conmemoración del descubrimiento de Brasil. El estudio también examina las contradicciones del Servicio de Protección a los Indios (SPI) durante el Estado Novo, que, a pesar de su retórica protectora, actuó como instrumento de control estatal y asimilación forzada. Finalmente, se resalta la resistencia continua de los Pataxó contra estas políticas, evidenciando el conflicto entre el proyecto modernizador de Vargas y los derechos de los pueblos originarios.
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