A utilização do Planetário como Ambiente Não Formal para o desenvolvimento da Organização Avançada dos alunos sobre o tema Sistema Solar

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5335/rep.v32.16858

Palavras-chave:

planetário, aprendizagem significativa, sistema solar, educação não formal

Resumo

O artigo avalia o potencial de um planetário como ambiente não formal para o desenvolvimento da organização avançada do conhecimento de alunos do Ensino Fundamental sobre o Sistema Solar. Utilizando a Teoria da Aprendizagem Significativa de David Ausubel, a pesquisa qualitativa envolveu 26 alunos que participaram de uma sessão no planetário da UTFPR, campus Campo Mourão. A atividade incluiu projeções, visitas a relógios solares e observatórios, e discussões interativas. Os resultados mostraram que a experiência no planetário facilitou a conexão de novos conhecimentos com estruturas cognitivas prévias, promovendo uma compreensão mais profunda de conceitos como gravidade e órbitas planetárias. Conclui-se que planetários, quando bem planejados, são ferramentas eficazes para complementar o ensino formal, estimulando o interesse pela Astronomia e promovendo aprendizagem significativa.

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Biografia do Autor

  • Taisy Fernandes Vieira , Universidade Tecnológica Federal do Paraná

    Doutora em Educação para Ciência e a Matemática pela Universidade Estadual de Maringá-UEM, Mestre em Ensino de Física pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná, UTFPR - Campus Campo Mourão, tem formação em Física, Química e Ciências Biológicas. Trabalha como professora de Física na Secretaria de Educação do Estado do Paraná - SEED, Colégio Alfa Rede de Ensino e Colégio Vicentino Santa Cruz.

  • Michel Corci Batista, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

    Possui graduação em Física pela Universidade Estadual de Maringá e em Filosofia pela Uninter, mestrado e doutorado em Educação para a Ciência e a Matemática, também pela Universidade Estadual de Maringá, cursou estágio Pós-doutoral na Universidade de Brasilia na área de Ensino de Física com ênfase em teorias de aprendizagem aplicadas a propostas de ensino. É professor do departamento de Física da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campus de Campo Mourão, é professor permanente e coordenador adjunto do Programa de Mestrado Profissional em Ensino de Física (UTFPR - Campo Mourão), é professor do Programa de Pós Graduação em Ensino de Ciências Humanas, Sociais e da Natureza (UTFPR - Londrina) e do Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência e a Matemática da Universidade Estadual de Maringá. É embaixador da NASE (Network for Astronomy School Education) no Brasil. É líder do grupo de pesquisa LADECA (Laboratório para o desenvolvimento do ensino de Ciências e Astronomia). É coordenador do Polo Astronômico Rodolpho Caniato da UTFPR - Campo Mourão e coordenador do Programa para o desenvolvimento do ensino de Ciências e Astronomia da UTFPR - Campo Mourão. É membro do NAPI (Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação) - Fenômenos extremos do Universo. É coordenador da linha 4: Educação em espaçoes não formais e Divulgação científica) do ENPEC (Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências). Tem experiência na área de Física, com ênfase em ENSINO E DIVULGAÇÃO DE FÍSICA e ASTRONOMIA, atuando principalmente nos seguintes temas: Processos e sequências de Ensino e Aprendizagem para o Ensino de Ciências (Física) e/ou Astronomia; Formação inicial e continuada de professores para o Ensino de Ciências (Física) e/ou Astronomia; Educação em espaços não formais e divulgação de Astronomia em ambientes não formais. Metodologias Ativas e abordagem STEAM no Ensino de Ciências (Física) e/ou Astronomia. 

  • Camila Maria Sitko, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

    É professora adjunto A na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, campus Campo Mourão. Coordenadora do projeto de extensão Clube das EstrELAS: Elas na Astronomia, do qual é bolsista extensionista, pela Itaipu Parquetec. Coordenadora do grupo de pesquisa CEFEIDAS. É docente permanente no Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física - polo Campo Mourão. É doutora em Ensino de Ciências e Educação Matemática pela Universidade Estadual de Londrina, na área de História e Filosofia da Ciência. É mestre em Física também pela Universidade Estadual de Londrina, na área de Astrofísica Estelar. Graduada em Licenciatura em Física pela Universidade Estadual do Centro-Oeste - Paraná. Pesquisadora nas áreas de Educação em Astronomia, História, Filosofia e Sociologia da Ciência, especialmente nas questões da participação das mulheres na Ciência, Espaços não Formais, Metodologias Ativas de Ensino e Aprendizagem.

  • Oscar Rodrigues dos Santos, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

    Possui graduação, mestrado e doutorado em Física pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), Pós Doutorado pelo Instituto de física da Universidade de São Paulo (IFUSP - USP). Atualmente é professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), atuando nos cursos de Engenharia e no Mestrado profissional em ensino de Física. Tem experiência na área de cristais líquidos liotrópicos com ênfase em Equação de Estado, Equilíbrio de Fases e Transições de Fase, já ministrou as disciplinas: Calculo Diferencial e Integral I, Calculo Diferencial e Integral II, Equações Diferenciais, Física Aplicada a Estética, Física Geral e Experimental I, Física Geral e Experimental II, Introdução ao Calculo, Pratica de Ensino de Física e Matemática, atuou também como Chefe do departamento de Física (Dafis) em dois mandatos e Coordenou cursos de Pós - Graduação entre os anos de 2005 e 2008. É membro do grupo local NASE (Network for Astronomy School Education) no Brasil. Membro do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Fluidos Complexos (INCT-FCx). 

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Publicado

2025-11-10

Edição

Seção

Dossiê - Diálogos entre Ciência e Sociedade: o papel da Popularização, Divulgaçã

Como Citar

A utilização do Planetário como Ambiente Não Formal para o desenvolvimento da Organização Avançada dos alunos sobre o tema Sistema Solar. Revista Espaço Pedagógico, [S. l.], v. 32, p. e16858, 2025. DOI: 10.5335/rep.v32.16858. Disponível em: https://ojs.upf.br/index.php/rep/article/view/16858. Acesso em: 30 nov. 2025.

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