Educar para a humanização
como os currículos de Psicologia podem enfrentar a cultura do ódio
DOI:
https://doi.org/10.5335/rep.v32.17179Palavras-chave:
Educação em Direitos Humanos, Currículo, Formação em psicologia, Cultura do ódio, Educação humanizadoraResumo
Este artigo analisa matrizes curriculares de cursos de graduação em Psicologia de três Universidades Federais do Sul do Brasil (UFPR, UFSC e UFPEL), verificando quais disciplinas relacionadas aos Direitos Humanos estão presentes e como podem contribuir para processos de humanização contra a cultura do ódio contemporânea. A pesquisa qualitativa utilizou levantamento bibliográfico e documental, analisando ementas e referências das disciplinas selecionadas. Os resultados mostram que os três cursos apresentam disciplinas sobre Direitos Humanos, principalmente optativas, mas nenhum possui disciplina específica sobre Educação em Direitos Humanos. A análise revela percentuais variados: UFSC (34%), UFPEL (27%) e UFPR (10%). Considerando o crescimento de discursos autoritários e práticas de intolerância, conclui-se ser necessário fortalecer a Educação em Direitos Humanos nos currículos de Psicologia como estratégia de formação humanizadora, visando formar profissionais comprometidos com a transformação social e o enfrentamento da cultura do ódio através da promoção da amorosidade, solidariedade e respeito às diferenças.
Downloads
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

