Política educacional para o ensino médio
reforma, Enem e currículo no contexto neoliberal
DOI:
https://doi.org/10.5335/rep.v32.17207Palavras-chave:
ensino médio, mudanças curriculares, desigualdade, neoliberalismoResumo
Com foco no processo de ensino-aprendizagem das juventudes brasileiras contemporaneamente, neste trabalho, são analisadas as médias das notas da área de Ciências Humanas e suas tecnologias (História, Geografia, Sociologia e Filosofia) e da redação dos microdados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), 2017 a 2023, veiculados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). O objetivo foi conjecturar efeitos da reforma do Ensino Médio (2017) e dos ajustes promovidos pela Política Nacional de Ensino Médio (2024), no contexto de racionalidade neoliberal, influente na política educacional. Os resultados indicam que a média geral em Ciências Humanas apresenta uma queda de 2018 para 2019. Em contraste, a redação apresenta um aumento da média nesse período, estabilizada em 2020 e crescente até 2022, sem variação significativa no ano de 2023. Não se estabelece, assim, uma relação causal entre desempenho no Enem e reforma do Ensino Médio.
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