Psicologia, Direitos Humanos e Povos de Terreiros
interfaces com a Educação
DOI:
https://doi.org/10.5335/rep.v32.17659Palavras-chave:
Psicologia, Educação , Candomblé, Racismo Ambiental, Direitos HumanosResumo
O presente artigo tem como objetivo pensar a importância dos terreiros de candomblé, tendo em vista que a cosmopercepção nesses espaços organiza práticas, saberes e afetos que levam como princípio o culto, o respeito à vida e a um sentido de subjetivação comunitária. A finalidade é tomar esta cosmopercepção para lidar com um dos temas mais difíceis de abordar na escola - os modos de vida dos povos negros, haja vista as manifestações de ódio resultandes do racismo estruturado pela sociedade brasileira. Como diz Paulo Freire, não é possível desenvolver uma pedagogia da democracia, pautada pelos Direitos Humanos, se a racialização não for levada em consideração. As relações entre a educação e a psicologia têm sido importantes, porém, vêm gerando teorias e práticas fundamentadas no diagnóstico psicopatológico, na compensação e na adaptação; e mesmo em suas vertentes mais críticas, a crítica social não alcança a racialização no Brasil.
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