Movimento lógico-histórico e currículo
relações étnico-raciais na formação de professores do Novo Ensino Médio
DOI:
https://doi.org/10.5335/rep.v32.17666Palavras-chave:
Currículo, Novo Ensino Médio, Relações étnico-raciais, Formação de professoresResumo
Este artigo analisa o processo de implementação do currículo do Novo Ensino Médio, a partir da perspectiva do movimento lógico-histórico. Promovemos atividades sobre temas presentes no novo currículo na formação de professores de uma escola pública do Distrito Federal. No presente texto trazemos reflexões sobre o tema de um dos encontros: relações étnico-raciais. A partir de uma análise de historiografias da Educação, de documentos oficiais e das falas de docentes, buscamos evidenciar como a reforma mantém a centralidade nos interesses do mercado e marginaliza os conhecimentos das populações negras e indígenas, tratados de forma pontual e fragmentada. Defendemos que compreender o currículo como produto histórico e social permite construir práticas pedagógicas que reconheçam e valorizem a diversidade étnico-racial, em direção a uma educação humanizadora e emancipatória.
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