(Des)obediências pedagógicas
arte-educação, resistência e direitos humanos na escola
DOI:
https://doi.org/10.5335/rep.v32.17721Palavras-chave:
docência, autoetnografia, interseccionalidade, educação crítica, LGBTQIA+Resumo
O artigo relata o projeto pedagógico "Dandaras", desenvolvido em 2015–2016 em uma escola pública de Minas Gerais, que articulou arte-educação, direitos humanos e práticas críticas para enfrentar racismo, machismo e LGBTQIA+fobia de forma interseccional. A partir de métodos inspirados em Brecht e Boal, são descritas oficinas, intervenções e produções artísticas que promoveram sensibilização, diálogo e mudança de atitudes entre estudantes, docentes e comunidade. O relato autoetnográfico analisa desafios institucionais, estratégias de resistência e contragolpes pedagógicos, aponta ganhos na formação de letramento sobre gênero, raça e sexualidade e defende a arte, a educação crítica e a interseccionalidade como recursos potencialmente promotores de alianças afetivas em uma cultura de direitos humanos na escola.
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