Revisiting the “Estado Novo”
samba, labor, and Dissonant Voices
DOI:
https://doi.org/10.5335/zn8d1173Keywords:
Popular Music, Labor word, Estado NovoAbstract
When the topic is “Estado Novo” and involves the labor world, the established historiographical tradition generally follows what Mikhail Bakhtin named “monological habits”. All seems to unfold as if it were possible to erase the signs that would allow us capture dissonant voices in the regime-orchestrated vast choir of alleged national unanimity. This means losing sight of the fact that, even under brutal dictatorships, politico-social life domains always operate as force fields, in the words of Pierre Bourdieu and E. P. Thompson. From this vantage point, this article aims at contributing to refresh the perspective and increase the consistency of knowledge on “Estado Novo”, taking as its reference the dissonant voices about the labor universe in Brazilian popular music, especially samba.
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Fontes discográficas
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“Acabou a sopa” (Geraldo Pereira e Augusto Garcez), Ciro Monteiro. 78 rpm, RCA Victor, 1940.
“Acertei no milhar” (Wilson Batista e Geraldo Pereira), Moreira da Silva. 78 rpm, Odeon, 1940.
“Aquarela do Brasil” (Ary Barroso), Francisco Alves. 78 rpm, Odeon, 1939.
“Batata frita” (Ciro de Souza e Augusto Garcez), Aurora Miranda. 78 rpm, RCA Victor, 1940.
“Brasil!” (Benedito Lacerda e Aldo Cabral), Francisco Alves e Dalva de Oliveira. 78 rpm, Columbia, 1939.
“Brasil, usina do mundo” (João de Barro e Alcir Pires Vermelho), Déo. 78 rpm, Columbia, 1942.
“Dinheiro não é semente” (Mutt e Felisberto Martins), Ciro Monteiro. 78 rpm, RCA Victor, 1941.
“Dormi no molhado” (Moreira da Silva), Moreira da Silva. 78 rpm, Odeon, 1942.
“É do balacobaco” (Ary Barroso), Silvio Caldas. 78 rpm, RCA Victor, 1931.
“Eu gosto da minha terra” (Randoval Montenegro), Carmen Miranda. 78 rpm, RCA Victor, 1930.
“Eu sou do barulho” (Joubert de Carvalho), Carmen Miranda. 78 rpm, RCA Victor, 1931.
“Faz um homem enlouquecer” (Wilson Batista e Ataulfo Alves), Ciro Monteiro. 78 rpm, RCA Victor, 1942.
“Feitio de oração” (Vadico e Noel Rosa), Francisco Alves e Castro Barbosa. 78 rpm, Odeon, 1933.
“Fez bobagem” (Assis Valente), Aracy de Almeida. 78 rpm, RCA Victor, 1942.
“Inimigo do batente” (Wilson Batista e Germano Augusto), Dircinha Batista. 78 rpm, Odeon, 1940.
“Já que está deixa ficar” (Assis Valente), Anjos do Inferno. 78 rpm Columbia, 1941.
“Juracy” (Antonio Almeida e Ciro de Souza), Vassourinha. 78 rpm, Columbia, 1941.
“Levanta, José” (Dunga e Haroldo Lobo), Emilinha Borba. 78 rpm, Odeon, 1941.
“Louca pela boemia” (Bide e Marçal), Gilberto Alves. 78 rpm, Odeon, 1941.
“Me dá, me dá” (Portelo Juno e Cícero Nunes), Carmen Miranda. 78 rpm, Odeon, 1937.
“Não admito” (Ciro de Souza e Augusto Garcez), Aurora Miranda. 78 rpm, RCA Victor, 1940.
“Meu Brasil” (Pedro de Sá Pereira e Olegário Mariano), Vicente Celestino. 78 rpm, Columbia 1932.
“Não faltava mais nada” (Fernando Lobo), Gilberto Alves. 78 rpm, Odeon, 1941.
“Não quero conselho” (Príncipe Pretinho e Constantino Silva), Carmen Costa e Henricão. 78 rpm, Columbia, 1940.
“Não quero opinião de mulher” (Newton Teixeira e Ataulfo Alves), Newton Teixeira. 78 rpm, Odeon, 1942.
“O amor regenera o malandro” (Sebastião Figueiredo), Joel e Gaúcho. 78 rpm, Columbia, 1940.
“Ó, Valdemar” (Ari Monteiro e J. Assunção”, Linda Batista. 78 rpm, RCA Victor, 1943.
“Oh! Seu Oscar” (Wilson Batista e Ataulfo Alves), Ciro Monteiro. 78 rpm, RCA Victor, 1939.
“Olha o jeito desse nego” (Custódio Mesquita e Evaldo Ruy), Linda Batista. 78 rpm, RCA Victor, 1944.
“Onde o céu azul é mais azul” (João de Barro, Alberto Ribeiro e Alcir Pires Vermelho), Francisco Alves. 78 rpm, Columbia, 1940.
“Pretinho” (Custódio Mesquita e Evaldo Ruy), Isaura Garcia. 78 rpm, RCA Victor, 1944.
“Quem gostar de mim” (Dunga), Ciro Monteiro. 78 rpm, RCA Victor, 1940.
“Samba lelê, samba lalá” (Dunga e Nássara), Ciro Monteiro. 78 rpm, RCA Victor, 1944.
“Sambei 24 horas” (Wilson Batista e Haroldo Lobo), Aracy de Almeida. 78 rpm, Odeon, 1944.
“Se eu tivesse um milhão” (Roberto Martins e Roberto Roberti), Dircinha Batista. 78 rpm, Odeon, 1940.
“Segure no meu braço” (Capiba), Nelson Gonçalves. 78 rpm, RCA Victor, 1945.
“Será possível?” (Rubens Campos e Henricão), Ciro Monteiro. 78 rpm, RCA Victor, 1941.
“Tenha pena de mim” (Babaú e Ciro de Souza), Aracy de Almeida. 78 rpm, RCA Victor, 1937.
“Terra virgem” (Vicente Celestino e Mário Rossi), Vicente Celestino. 78 rpm, RCA Victor, 1942.
“Tudo é Brasil” (Vicente Paiva e Sá Roris), Linda Batista. 78 rpm, RCA Victor, 1941.
“Vamos cair no frevo” (Marambá), Carlos Galhardo. 78 rpm, RCA Victor, 1943.
“Vitaminas” (Amaro Silva, Djalma Mafra e Domício Augusto), Odete Amaral. 78 rpm, Odeon, 1942.
“Você não tem palavra” (Newton Teixeira e Ataulfo Alves), Newton Teixeira. 78 rpm, Odeon, 1940.
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