Revisitando el “Estado Novo”
samba, trabajo y voces disonantes
DOI:
https://doi.org/10.5335/srph.v24i2.17850Palabras clave:
Estado Novo, Mundo del Trabajo, Música PopularResumen
Cuando se aborda el “Estado Novo” en relación con el mundo del trabajo, la tradición historiográfica se apoya, en general, en lo que Mikhail Bakhtin denominó “hábitos monológicos”. Todo parece transcurrir como si fuera posible borrar los indicios que permitirían captar voces disonantes del gran coro de la supuesta unanimidad nacional orquestada por el régimen. Se pierde de vista que, incluso bajo una férrea dictadura, los ámbitos de la vida político-social operan siempre como campos de fuerzas, según Pierre Bourdieu y E. P. Thompson. Desde esta perspectiva, este artículo se propone contribuir a renovar la mirada y profundizar el conocimiento en torno al “Estado Novo”, tomando como eje voces disonantes que se hicieron oír sobre el universo del trabajo en el ámbito de la música popular, especialmente del samba.
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Referencias
Fontes discográficas
“Abre a porta” (Raul Marques e César Brasil), Linda Batista. 78 rpm, Odeon, 1940.
“Acabou a sopa” (Geraldo Pereira e Augusto Garcez), Ciro Monteiro. 78 rpm, RCA Victor, 1940.
“Acertei no milhar” (Wilson Batista e Geraldo Pereira), Moreira da Silva. 78 rpm, Odeon, 1940.
“Aquarela do Brasil” (Ary Barroso), Francisco Alves. 78 rpm, Odeon, 1939.
“Batata frita” (Ciro de Souza e Augusto Garcez), Aurora Miranda. 78 rpm, RCA Victor, 1940.
“Brasil!” (Benedito Lacerda e Aldo Cabral), Francisco Alves e Dalva de Oliveira. 78 rpm, Columbia, 1939.
“Brasil, usina do mundo” (João de Barro e Alcir Pires Vermelho), Déo. 78 rpm, Columbia, 1942.
“Dinheiro não é semente” (Mutt e Felisberto Martins), Ciro Monteiro. 78 rpm, RCA Victor, 1941.
“Dormi no molhado” (Moreira da Silva), Moreira da Silva. 78 rpm, Odeon, 1942.
“É do balacobaco” (Ary Barroso), Silvio Caldas. 78 rpm, RCA Victor, 1931.
“Eu gosto da minha terra” (Randoval Montenegro), Carmen Miranda. 78 rpm, RCA Victor, 1930.
“Eu sou do barulho” (Joubert de Carvalho), Carmen Miranda. 78 rpm, RCA Victor, 1931.
“Faz um homem enlouquecer” (Wilson Batista e Ataulfo Alves), Ciro Monteiro. 78 rpm, RCA Victor, 1942.
“Feitio de oração” (Vadico e Noel Rosa), Francisco Alves e Castro Barbosa. 78 rpm, Odeon, 1933.
“Fez bobagem” (Assis Valente), Aracy de Almeida. 78 rpm, RCA Victor, 1942.
“Inimigo do batente” (Wilson Batista e Germano Augusto), Dircinha Batista. 78 rpm, Odeon, 1940.
“Já que está deixa ficar” (Assis Valente), Anjos do Inferno. 78 rpm Columbia, 1941.
“Juracy” (Antonio Almeida e Ciro de Souza), Vassourinha. 78 rpm, Columbia, 1941.
“Levanta, José” (Dunga e Haroldo Lobo), Emilinha Borba. 78 rpm, Odeon, 1941.
“Louca pela boemia” (Bide e Marçal), Gilberto Alves. 78 rpm, Odeon, 1941.
“Me dá, me dá” (Portelo Juno e Cícero Nunes), Carmen Miranda. 78 rpm, Odeon, 1937.
“Não admito” (Ciro de Souza e Augusto Garcez), Aurora Miranda. 78 rpm, RCA Victor, 1940.
“Meu Brasil” (Pedro de Sá Pereira e Olegário Mariano), Vicente Celestino. 78 rpm, Columbia 1932.
“Não faltava mais nada” (Fernando Lobo), Gilberto Alves. 78 rpm, Odeon, 1941.
“Não quero conselho” (Príncipe Pretinho e Constantino Silva), Carmen Costa e Henricão. 78 rpm, Columbia, 1940.
“Não quero opinião de mulher” (Newton Teixeira e Ataulfo Alves), Newton Teixeira. 78 rpm, Odeon, 1942.
“O amor regenera o malandro” (Sebastião Figueiredo), Joel e Gaúcho. 78 rpm, Columbia, 1940.
“Ó, Valdemar” (Ari Monteiro e J. Assunção”, Linda Batista. 78 rpm, RCA Victor, 1943.
“Oh! Seu Oscar” (Wilson Batista e Ataulfo Alves), Ciro Monteiro. 78 rpm, RCA Victor, 1939.
“Olha o jeito desse nego” (Custódio Mesquita e Evaldo Ruy), Linda Batista. 78 rpm, RCA Victor, 1944.
“Onde o céu azul é mais azul” (João de Barro, Alberto Ribeiro e Alcir Pires Vermelho), Francisco Alves. 78 rpm, Columbia, 1940.
“Pretinho” (Custódio Mesquita e Evaldo Ruy), Isaura Garcia. 78 rpm, RCA Victor, 1944.
“Quem gostar de mim” (Dunga), Ciro Monteiro. 78 rpm, RCA Victor, 1940.
“Samba lelê, samba lalá” (Dunga e Nássara), Ciro Monteiro. 78 rpm, RCA Victor, 1944.
“Sambei 24 horas” (Wilson Batista e Haroldo Lobo), Aracy de Almeida. 78 rpm, Odeon, 1944.
“Se eu tivesse um milhão” (Roberto Martins e Roberto Roberti), Dircinha Batista. 78 rpm, Odeon, 1940.
“Segure no meu braço” (Capiba), Nelson Gonçalves. 78 rpm, RCA Victor, 1945.
“Será possível?” (Rubens Campos e Henricão), Ciro Monteiro. 78 rpm, RCA Victor, 1941.
“Tenha pena de mim” (Babaú e Ciro de Souza), Aracy de Almeida. 78 rpm, RCA Victor, 1937.
“Terra virgem” (Vicente Celestino e Mário Rossi), Vicente Celestino. 78 rpm, RCA Victor, 1942.
“Tudo é Brasil” (Vicente Paiva e Sá Roris), Linda Batista. 78 rpm, RCA Victor, 1941.
“Vamos cair no frevo” (Marambá), Carlos Galhardo. 78 rpm, RCA Victor, 1943.
“Vitaminas” (Amaro Silva, Djalma Mafra e Domício Augusto), Odete Amaral. 78 rpm, Odeon, 1942.
“Você não tem palavra” (Newton Teixeira e Ataulfo Alves), Newton Teixeira. 78 rpm, Odeon, 1940.
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