Colaboração e trabalho docente na Educação Especial
uma práxis possível?
DOI:
https://doi.org/10.5335/rep.v32.16839Palavras-chave:
Educação Especial, Inclusão Escolas, Medicalização, Colaboração, Formação DocenteResumo
Este artigo investigou os desafios enfrentados por professoras regentes e profissionais de apoio e/ou do Atendimento Educacional Especializado (AEE) na inclusão escolar, analisando suas implicações para a implementação de práticas pedagógicas inclusivas e permanência dos estudantes do público-alvo da educação especial (PAEE) nas escolas regulares. A pesquisa, de abordagem qualitativa, foi realizada em duas etapas: um questionário online com 441 respondentes (231 professoras regentes e 210 profissionais de apoio/AEE) e grupos focais com 22 participantes. As transcrições das discussões foram analisadas, resultando em três categorias centrais: (1) desafios institucionais, diagnósticos e solidão docente; (2) formação docente e obstáculos à inclusão; e (3) planejamento e colaboração. Os resultados apontam dificuldades recorrentes, como a falta de apoio institucional, sobrecarga emocional e a dependência excessiva de diagnósticos médicos para oferta de suporte pedagógico. Essa lógica excludente compromete a busca por soluções educacionais e limita o acesso de estudantes cujas famílias enfrentam vulnerabilidade socioeconômica.
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