What innovation? The hegemonic curriculum in corporate parapolitics in education

Authors

DOI:

https://doi.org/10.5335/rep.v33.17741

Keywords:

Curriculum Policy, Pandemic, BNCC (Base Nacional Comum Curricular), Platformization, Educational Reform

Abstract

The article is the result of a study on the repercussions of socio-political models and educational policies on the organisation and implementation of school curricula and on the configuration and evaluation of school work. It focuses on recent educational policies that are supported by public-private relations that dominate public management in Brazil, concentrating on the state of São Paulo. The study is based on a bibliographic survey and emphasises the political and ideological organisation of the school curriculum, paying specific attention to aspects such as: the National Common Core Curriculum and certain impacts on the curriculum and strategies such as the platformisation of education, which is strongly supported by corporate power. The text concludes that hegemonic business sectors linked to Capital have taken over the conduct of public education policies, consolidating a process of broad change in the current educational model. And this model ultimately alters the meaning of education, constituting other types of subjectivities in the face of the corporate
world.

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Author Biographies

  • Ana Maria Stabelini, Universidade Estadual Paulista, Marília/SP - Brasil

    Professora da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC - Câmpus Marília), no Departamento de Administração e Supervisão Escolar (DASE). Doutora em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Cursou um período do doutorado na LEHESS (LEcole des Hautes Études en Sciences Sociales) do CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique) - Paris, França. Tem experiência no desenvolvimento de pesquisas com ênfase em temas que abrangem as políticas educacionais e a privatização da educação brasileira, planejamento e gestão educacional, movimento de ocupação das escolas e o conceito de autogestão em Rosa Luxemburgo. Integra o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da FFC - UNESP e o Conselho do Curso de Pedagogia. Atua também como coordenadora do Núcleo Local da Coordenadoria de Desenvolvimento Profissional e Práticas Pedagógicas (CDeP3) da FFC/Marília e compõe o Conselho de Especialista da Escola de Formação dos docentes da UNESP.

  • João Francisco Migliari Branco, Universidade de São Paulo, São Paulo/SP - Brasil

    Professor do Departamento de Administração Escolar e Economia da Educação (EDA) da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Bacharel em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USP (2005), Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (2015) e Doutor em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (2019). Pesquisador nas áreas de Estado, Sociedade e Educação e Administração Escolar, com ênfase em Movimentos Sociais, Reformas Empresariais da Educação e seus impactos na Gestão e Administração Escolar, Educação Indígena e Intercultural. Pesquisador do Grupo de Pesquisa Fateliku - Grupo de Pesquisa sobre educação, relações étnico-raciais, gênero e religião, da Universidade de São Paulo. Membro do GPEL - Grupo de Pesquisa de Poder Poder Político e Lutas Sociais - FE-UNB e FE-USP. Membro do GPAEC - Grupo de Pesquisa Anarquismo, Educação e Cultura , do DiversItas - USP. Tem experiência como pesquisador de políticas públicas e como professor de Ensino Médio nas áreas de Sociologia, História, Filosofia e Educação.Reúne participações como palestrante em seminários na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, Faculdade de Educação da Unicamp, Universidade Federal do Rio Grande do Norte/ Caicó e também no Programa MASP Professores: Encontros sobre Arte, Educação e Esfera Pública, dentro da temática de Cultura e Educação Indígena.

  • Luciana Eliza dos Santos, Universidade de São Paulo, São Paulo/SP - Brasil

    Doutorado em História da Educação no Departamento de Filosofia e Ciências da Educação, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, onde desenvolveu tese sobre Educação e Anarquismo. Estágio sanduíche, sob supervisão do professor Pere Solà Guyssinger, na Universitat Autonoma de Barcelona. Professora de Ensino Superior em Pedagogia e demais licenciaturas, em universidades privadas e públicas, como Faculdade de Educação da Universidade Federal de São Carlos e Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Pesquisa temas como Anarquismo, Movimento Operário e Educação, Educação e Trabalho, História da Educação, Historiografia, Diversidade na História da Educação, História da Educação e populações indígenas, História da Educação, trabalho e escola.

Published

2026-02-12

Issue

Section

Dossiê - Currículo e Políticas Educacionais: campo de disputas e tensionamentos

How to Cite

What innovation? The hegemonic curriculum in corporate parapolitics in education. Revista Espaço Pedagógico, [S. l.], v. 33, p. e17741, 2026. DOI: 10.5335/rep.v33.17741. Disponível em: https://ojs.upf.br/index.php/rep/article/view/17741. Acesso em: 1 mar. 2026.