Que inovação? O currículo hegemônico na parapolítica empresarial da educação
DOI:
https://doi.org/10.5335/rep.v33.17741Palavras-chave:
Política Curricular, Pandemia;, BNCC (Base Nacional Comum Curricular), Plataformização, Reforma EducacionalResumo
O artigo é resultado de um estudo sobre a implementação de políticas educacionais voltadas para o currículo escolar e sua implementação nas unidades de ensino. Focaliza políticas que radicalizam a subordinação da educação pública às diretrizes definidas por entidades privadas, sendo este um cenário que caracteriza a gestão pública no Brasil hoje. O estudo está ancorado em levantamento bibliográfico e enfatiza a dimensão política e ideológica do currículo escolar, atentando especificamente para aspectos como: a Base Nacional Comum Curricular, a Plataformização da oferta educacional e os impactos de um currículo imposto por uma estrutura administrativa fortemente amparada pelo poder empresarial. O texto conclui que setores empresariais hegemônicos ligados ao Capital assumiram a condução das políticas para a educação pública, consolidando um processo de mudança ampla do modelo educacional vigente. E este modelo, por fim, altera o sentido da educação, constituindo outros tipos de subjetividades diante do mundo corporativo.
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