Educación Ambiental Estético-Crítica en la III Olimpiada Ciencia y Arte

aproximaciones a la crisis climática desde los lenguajes artísticos

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5335/rep.v32.17658

Palabras clave:

Educación Ambiental Crítica, olimpiadas científicas, Arte y Ciencia, transdisciplinariedad, artivismo

Resumen

Este artículo analiza la convergencia entre Ciencia y Arte en el examen de Categoría III de la III Olimpiada de Ciencia y Arte (OCA), promovida por la Fundación Cecierj en 2025. El objetivo es verificar cómo esta integración fomenta un enfoque estético-crítico del cambio climático, basado en la perspectiva de la Educación Ambiental Crítica (CEE). El análisis se centra en la estructura narrativa del examen, que abarca hitos históricos, como la Revolución Industrial, y tensiones contemporáneas, como el racismo ambiental y la injusticia socioambiental. Los resultados demuestran que el examen articula la reflexión sobre la responsabilidad política y el papel del Arte como denuncia, resistencia y propuesta de futuros. Concluye que la OCA es una poderosa iniciativa pedagógica para la politización del debate ambiental, contribuyendo a la concientización y la formación de ciudadanos comprometidos con las transformaciones socioambientales actuales.

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Biografía del autor/a

  • Joel Costa de Andrade, Fundação Cecierj, Rio de Janeiro/RJ - Brasil

    Licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade do Grande Rio (2012) em Pedagogia pela Faculdade da Lapa (2021) e em Música pela Faculdade Claretiano. Com especialização em Gestão Ambiental (IFRJ), em Ensino de Ciências e Biologia (UFRJ); em Orientação, Supervisão e Inspeção Escolar (Faculdade São Luis); E, em Educação Especial (FAVENI). Mestre em Ensino de Ciências pelo Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (2018) e Doutorando em Educação em Ciências e Saúde pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atuou como Educador Ambiental na Prefeitura de Mesquita/RJ e lecionou Ciências, Biologia e Química no Ensino Fundamental e no Ensino Médio e na EJA em rede municipal e estadual de ensino do Rio de Janeiro. Atualmente, labora na Secretaria Escolar da EPSJV/FIOCRUZ, no cargo de Analista de Gestão em Saúde. E, leciona na Faculdade de Formação de Professores da UERJ, em disciplinas como Políticas Públicas em Educação, Didática e Estágio Supervisionado. Faz parte da equipe de bolsistas conteudistas da Olimpíada Ciência e Arte da Fundação Cecierj. Se interessa por investigações em Educação Ambiental; CTS; Ciência e Arte; Educação Sonora/Musical; Arte Sonora; Estudos Multiespécie.

  • Mariana Silva de Andrade, Fundação Cecierj, Rio de Janeiro/RJ - Brasil

    Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2015). Mestre em Educação Básica pelo Colégio Pedro II (2020). Mestre em Ciências Ambientais e Florestais pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (2023). Professora de Ciências e Biologia. Bolsista da Fundação Cecierj na Olimpíada de Ciência e Arte. Possui experiência na área da Educação, Ensino de Ciências, Divulgação Científica e Educação Ambiental.

  • Luiz Fernando Jardim Bento, Fundação Cecierj, Rio de Janeiro/RJ - Brasil

    Biólogo com mestrado e doutorado em Ecologia pela UFRJ. Especialista em Educação a distância (UFF). Desde 2008 atua com divulgação científica na internet, tendo criado um dos blogs pioneiros do portal Science Blogs Brasil, além de ter sido produtor do podcast Dragões de Garagem e um dos criadores do podcast Meandros. Hoje é divulgador de ciências na Fundação CECIERJ (SECTI-RJ), tendo atuado por dois anos no Museu Ciência e Vida (Duque de Caxias, RJ).  É pesquisador colaborador do grupo de Cultura, Educação e Divulgação Científicas (CEDiCiências - Unicamp) e um dos coordenadores da Olimpíada de Ciência e Arte (CECIERJ).

  • Thelma Lopes Carlos Gardair, Fundação Cecierj, Rio de Janeiro/RJ - Brasil

    Publicitária, atriz, Mestre em teatro e Doutora em ciências. Ingressou no Museu da Vida em 1994, participou da concepção do Ciência em Cena e coordenou a área entre 2002 e 2010. Ministrou aulas sobre o teatro científico de Brecht nas universidades de Évora, Lisboa e Coimbra. Lecionou na Casa das Artes de Laranjeiras por 15 anos. Estagiou na Citè des Sciences & de l`industrie, pelo Programme d'accueil de professionnels étrangers Profession Culture. É servidora da Fundação Cecierj, docente da Especialização em Divulgação da Ciência, (COC/Fiocruz); e foi articulista do Jornal do Brasil, redigindo sobre arte, ciência. Autora dos livros "Do Fóssil ao fosso: arte, ciência e empatia" e coautora dos livros "Teatro e Ciência no Museu da Vida" e "Maiara no castelo das dessobertas". É coordenadora da Olimpiada de Ciência e Arte da Fundação Cecierj e uma das autoras do projeto original.

Publicado

2025-12-30

Número

Sección

Dossiê - Diálogos entre Ciência e Sociedade: o papel da Popularização, Divulgaçã

Cómo citar

Educación Ambiental Estético-Crítica en la III Olimpiada Ciencia y Arte: aproximaciones a la crisis climática desde los lenguajes artísticos. Revista Espaço Pedagógico, [S. l.], v. 32, p. e17658, 2025. DOI: 10.5335/rep.v32.17658. Disponível em: https://ojs.upf.br/index.php/rep/article/view/17658. Acesso em: 1 mar. 2026.