Educação Ambiental Estético-Crítica na Olimpíada Ciência & Arte
crise climática em diálogo com linguagens artísticas
DOI:
https://doi.org/10.5335/rep.v32.17658Palavras-chave:
Educação Ambiental Crítica, olimpíadas científicas, Arte e Ciência, transdisciplinaridade, artivismoResumo
Este artigo analisa a convergência entre Ciência e Arte na prova da Categoria III da III Olimpíada de Ciência e Arte (OCA), promovida pela Fundação Cecierj em 2025. O objetivo é verificar como esta integração fomenta uma abordagem estético-crítica sobre as mudanças climáticas, fundamentada na perspectiva da Educação Ambiental Crítica (EAC). A análise debruça-se sobre a estrutura narrativa da prova, que percorre marcos históricos, como a Revolução Industrial, e tensões contemporâneas, como o racismo ambiental e a injustiça socioambiental. Os resultados demonstram que a prova articula a reflexão sobre responsabilidade política e o papel da Arte como denúncia, resistência e proposição de futuros. Conclui-se que a OCA configura-se como uma potente iniciativa pedagógica para a politização do debate ambiental, contribuindo para a consciencialização e a formação de cidadãos engajados com as transformações socioambientais atuais.
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