Não apenas o Jubileu, o sábado e a dívida são para (e em função de) o ser humano, mas também o trabalho
DOI:
https://doi.org/10.5335/rjd.v39i2.17844Palavras-chave:
DIREITOS HUMANOSResumo
Este artigo toma como ponto de referência a tradição cristã profético-apocalíptica e messiânica, que tem as suas raízes no cristianismo primitivo, preocupada com os de baixo e os que sofrem. É contrastada com a outra tradição imperial e colonial dos de cima e dos poderosos, que se reflecte inicialmente no legalismo dos fariseus e dos escribas, e que acaba por se impor ao longo do tempo até aos nossos dias.
Em particular, o artigo centra-se no tema do perdão das dívidas, relacionando-o com o espírito do Jubileu e o seu impacto em termos de vida digna. Reflecte também sobre a metáfora de conceber o sábado (e toda a produção ou criação humana) como um dia de descanso, em função do ser humano e não, ao contrário, subordinando-o à lei e ao seu legalismo, que o obriga a descansar ao sábado. Por fim, coloca-se com um exemplo concreto, centrado no conceito de trabalho como meio de alcançar condições de vida dignas e como satisfazedor e gerador de gozo, fruição e riqueza existencial nas nossas sociedades.
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