Retorno ao necessário
a dimensão inovadora da práxis do diálogo para a formação humana
DOI:
https://doi.org/10.5335/rep.v31.16360Palavras-chave:
diálogo vivo, inovação, formação humanaResumo
A frase atribuída a Bertold Brecht, “Que tempos são estes, em que temos que defender o óbvio?”, pode sintetizar a proposta das reflexões aqui apresentadas, que buscam compreender por que trabalhar com o diálogo em sala de aula, como práxis voltada à formação humana, poderia ser considerada uma atitude inovadora. Para tanto, será analisada a necessidade do diálogo vivo em sua dimensão social formadora, a partir de Hans-Georg Flickinger (2003, 2010), de Hans-Georg Gadamer (1999, 2002) e de Walter Kohan (2007, 2024), especificamente, sua ênfase em relação ao duvidar e ao escutar como aspectos constituintes do processo formativo. Nesse percurso, será problematizada a ideia de inovação e seu vínculo a outros aspectos e práticas aplicados ao atual campo educacional, bem como analisaremos a condição do diálogo vivo nesse cenário.
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