Rankings universitários, avaliação científica e os desafios da comunicação pública da ciência
DOI:
https://doi.org/10.5335/rep.v33.16948Palavras-chave:
Ciência e sociedade, Rankings acadêmicos, Avaliação científica, Comunicação pública da ciência, Políticas públicasResumo
O artigo investiga a constituição histórica da ciência como prática social e analisa os efeitos dos rankings universitários na produção e circulação do conhecimento. A partir de uma abordagem teórico-analítica e de dados empíricos dos rankings ARWU e RUF, discute como esses dispositivos reforçam desigualdades regionais e epistemológicas, afetando a comunicação pública da ciência. Argumenta que os critérios avaliativos vigentes privilegiam modelos eurocentrados e práticas voltadas ao prestígio acadêmico, em detrimento da diversidade de saberes e do compromisso social das universidades. Defende a urgência de políticas públicas inclusivas que valorizem a comunicação científica como dimensão estratégica e democrática da atividade universitária.
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