Amorosidade e direitos humanos nas relações entre escola e famílias
enfrentando a cultura do ódio na educação infantil
DOI:
https://doi.org/10.5335/rep.v33.17521Palavras-chave:
educação infantil, escola e familias, direitos humanos, amorosidadeResumo
O artigo analisa as relações entre escola e família na educação infantil como práticas de educação em direitos humanos. O objetivo é compreender como a amorosidade, a escuta e a valorização das emoções podem resistir à cultura do ódio e à individualização das responsabilidades educativas. A pesquisa qualitativa utilizou entrevistas semiestruturadas com cinco famílias (dez participantes) e análise temática, identificando três eixos: tensões, expectativas e afetos nas relações escola–família; amorosidade como prática de direitos humanos; e implicações para a formação docente. Os resultados mostram que a parceria escola–família é atravessada por desigualdades sociais, que a amorosidade pode ser compreendida como prática ética e política e que a formação docente precisa incluir dimensões socioemocionais e de direitos humanos. Conclui-se que a educação infantil, quando pautada pelo diálogo e pela amorosidade, fortalece vínculos e constitui espaço de resistência frente às lógicas de exclusão.
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