O Novo Ensino Médio no Governo Lula

perspectiva de mudança ou manutenção do status quo?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5335/rep.v33.17578

Palavras-chave:

Reforma do Ensino Médio, Governo Lula, dualidade educacional

Resumo

A Reforma do Ensino Médio de 2017 foi alvo de inúmeras críticas nos anos que sucederam sua aprovação. A eleição do presidente Lula em 2022 representou a expectativa de revogação da política. Contudo, o governo optou pela reformulação. Nesse contexto, este trabalho analisa o processo de reestruturação da Reforma do Ensino Médio de 2017 durante o governo Lula, destacando as contradições existentes. Diante da expectativa de revogação da política, houve o sancionamento da Lei nº 14.945/2024, popularmente conhecida como “Reforma da Reforma” ou “Novíssimo Ensino Médio”, inferindo o aumento da carga horária da formação geral básica e redução do tempo dos itinerários formativos. Apesar dos avanços pontuais na carga horária da formação básica, compreende-se a política reforça a condição subalterna da classe trabalhadora e do Brasil no capitalismo mundial, distanciando-se de uma formação omnilateral e consolidando um projeto educacional alinhado aos interesses do capital e do empresariado.

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Biografia do Autor

  • Evelyn Freire da Silva, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória/ES – Brasil

    Doutoranda em Educação na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Mestre em Educação pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) e professora da educação básica.

  • Sandra Soares Della Fonte, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória/ES – Brasil

    Doutora em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo (PPGE/Ufes).

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Publicado

2026-04-26

Edição

Seção

Artigos de fluxo contínuo

Como Citar

O Novo Ensino Médio no Governo Lula: perspectiva de mudança ou manutenção do status quo?. Revista Espaço Pedagógico, [S. l.], v. 33, p. e17578, 2026. DOI: 10.5335/rep.v33.17578. Disponível em: https://ojs.upf.br/index.php/rep/article/view/17578. Acesso em: 30 maio. 2026.