Dispositivos de poder no conviver
outro olhar para pressupostos na avaliação educacional
DOI:
https://doi.org/10.5335/rep.v30i0.15053Palavras-chave:
educação e docência, dispositivos de poder, avaliação educacional, autopoieseResumo
Diante de pressupostos da modernidade que insistem na preservação da lógica de pensar simplificadora e reducionista, o artigo objetiva aprofundar o debate sobre a avaliação educacional, de modo a elucidar diferentes dispositivos de poder e reflexos na educação brasileira, bem como alternativas possíveis. A perspectiva epistemológica adotada na investigação atende aos preceitos da metodologia histórico-crítica de análise. Consideramos que os pressupostos modernos mascaram a fragmentação de saberes dando ênfase às especialidades e competências. Argumentamos que a avaliação educacional, pós New Public Management, possui dispositivos utilizados para benefícios do capital, recontextualizada de diferentes formas e com interesses prioritariamente mercantilistas, visando vigilância, controle e punição de escolas, diretores, professores e estudantes. Concluímos que a concepção de autopoiese, apostando na autonomia, individualidade e unidade, viabiliza a sustentação de diferentes fazeres docentes.
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